Conor McGregor afirma que venceria Anderson Silva, Jon Jones e St-Pierre em superlutas hipotéticas

Confiante em seu retorno, McGregor projeta vitórias sobre os maiores nomes do esporte

Em meio à expectativa de seu retorno ao octógono após cinco anos, Conor McGregor agitou o mundo do MMA ao revelar detalhes sobre uma superluta que esteve perto de acontecer contra o brasileiro Anderson Silva. O irlandês, que enfrenta Max Holloway neste sábado (11) no UFC 329, demonstrou sua habitual autoconfiança ao afirmar que venceria não apenas Silva, mas também Georges St-Pierre e Jon Jones.

Superluta com Anderson Silva quase se concretizou em peso casado

Em entrevista ao canal ‘Complex’, McGregor confirmou que houve discussões ativas para um confronto com Anderson Silva. O duelo histórico chegou a ser cogitado para acontecer em um peso casado, entre as categorias dos meio-médios (77 kg) e dos médios (84 kg). “Houve boatos de que eu lutaria com o Silva, sim. Houve discussões em andamento. Com certeza”, declarou o lutador. Questionado sobre o resultado de um hipotético embate, McGregor foi categórico: “Nos dias de hoje? Ou em qualquer época… eu me sairia muito bem”.

McGregor critica St-Pierre e exalta suas chances contra Jon Jones

A ambição de McGregor não parou em Anderson Silva. O irlandês estendeu sua confiança a outros dois gigantes do esporte: Georges St-Pierre e Jon Jones. Ao projetar um duelo contra Jon Jones, McGregor minimizou a capacidade de trocação do americano. “O Jon… não sabe boxear. O Jon não sabe boxear. O Jon é um cara grande, mas não sabe boxear. A parada mais bem-sucedida dele são os pisões no joelho”, analisou.

Acusações de falta de coragem contra Georges St-Pierre

McGregor também direcionou críticas a Georges St-Pierre, acusando o canadense de ter evitado um confronto com Anderson Silva em seus auges por falta de competitividade. “O Georges teve a oportunidade de dar vida a uma superluta contra o Anderson Silva, e ele não teve coragem. Ele não teve coragem de subir para a divisão dos pesos-médios”, cutucou. O irlandês sugeriu que St-Pierre esperou “muitos anos depois” para subir de categoria e escolher o “momento bom e o oponente correto”, referindo-se ao duelo contra Michael Bisping em 2017.

Fonte: agfight.com

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