Marcos Braz defende gestão da saída de Gabigol do Flamengo e compara com Adriano

Negociação correta, mas sem acordo final

Marcos Braz, ex-vice-presidente de futebol do Flamengo, concedeu entrevista ao GE para esclarecer os detalhes que culminaram na saída de Gabriel Barbosa, o Gabigol, do clube. Segundo Braz, a negociação para a renovação do contrato do atacante foi conduzida de maneira correta, mas não houve um acordo final entre as partes. O dirigente lamentou o desfecho e criticou a atuação de terceiros no processo: “O Gabriel sabe a verdade. A negociação foi feita, todos os trâmites… Foi feita uma covardia de alguns vagabundos que falaram que eu fechei um número sem estar autorizado”, declarou Braz.

Desligamento e comparações com Adriano

A saída de Gabigol, confirmada após a conquista da Copa do Brasil e anunciada pelo próprio jogador, teve como gatilhos declarações do empresário do atleta sobre a busca por um novo clube e reclamações do jogador durante partidas. Braz justificou o afastamento de Gabriel comparando-o à situação de Adriano Imperador em 2009, classificando o procedimento como normal em casos semelhantes. O dirigente também citou o episódio do uso de uma camisa do Corinthians por Gabigol, que resultou na perda da faixa de capitão: “Não tinha como seguir como capitão do Flamengo depois daqueles fatos”, pontuou.

Temporada discreta e declarações pós-saída

Atualmente emprestado ao Santos, Gabigol teve uma passagem discreta pelo clube paulista, apesar de ter marcado um gol recente contra o Corinthians no Campeonato Paulista de 2026. Braz também comentou sobre a conduta do jogador em campo: “Quando ele foi substituído, não teve o cuidado de dar a tranquilidade ao ambiente que deveria ter dado.” A polêmica envolvendo o jogador e o Flamengo segue gerando debates entre torcedores e a imprensa esportiva.

Fonte: netfla.com.br

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