Legado Inquestionável e Recusa de Status Secundário
Amanda Nunes, ex-campeã peso-galo e peso-pena do UFC e amplamente reconhecida como a ‘GOAT’ (maior de todos os tempos) do MMA feminino, declarou publicamente sua recusa em competir por um título interino. A declaração surge após o cancelamento da luta entre Kayla Harrison, que sofreu uma lesão no pescoço, e a própria Nunes no UFC 324. Em entrevista exclusiva à Ag Fight, a lutadora baiana justificou sua decisão, afirmando que um cinturão interino seria “muito pequeno para tudo que eu represento no MMA feminino”.
Nunes Defende a Integridade do Cinturão Linear
A ‘Leoa’ enfatizou que, após suas conquistas e o status que construiu no esporte, lutar por um título provisório não faria sentido. “Não luto pelo interino. Depois de fazer tanta coisa na categoria? No UFC? O interino é muito pequeno para tudo que eu represento no MMA feminino”, frisou Nunes. Ela ressaltou que existe um planejamento entre ela e o UFC para seu retorno, e que a luta contra Kayla Harrison tem uma importância que transcende a simples disputa por um cinturão em circunstâncias extraordinárias. A ideia de “tapar buraco” com um título interino foi prontamente descartada.
Expectativa para o Retorno de Kayla Harrison
O foco de Amanda Nunes permanece em uma luta pelo cinturão linear contra Kayla Harrison. O UFC, através de Dana White, já confirmou a intenção de remarcar o confronto. No entanto, a recuperação de Harrison após uma cirurgia no pescoço para corrigir hérnias de disco é uma incógnita. Nunes expressou sua vontade de não esperar por um período excessivamente longo. “Não, um ano (esperando a Kayla) não. Aí já é muito. Como é que eu vou passar o ano inteiro treinando?”, questionou a lutadora, que, apesar de ter “pisado um pouco no freio”, mantém a rotina de treinos. Ela espera que a adversária se recupere bem e que o confronto possa acontecer antes de um ano.
Possibilidade de Luta na Casa Branca
Questionada sobre a possibilidade de a luta contra Kayla Harrison ser remarcada para um evento na Casa Branca, Amanda Nunes demonstrou entusiasmo. Ela acredita que tal cenário elevaria o patamar do confronto. A simpatia de Kayla Harrison pelo presidente Donald Trump torna essa hipótese ainda mais plausível. O principal fator agora é a recuperação da judoca americana a tempo do evento, que está programado para junho. Caso se concretize, a luta pode ganhar uma dimensão política e midiática ainda maior.
Fonte: agfight.com
