Clima esquenta para clássico paulista no Brasileirão
A rivalidade entre São Paulo e Palmeiras, que chegam para o clássico da 8ª rodada do Brasileirão dividindo a liderança, já transbordou para os bastidores. Após Rui Costa, diretor executivo de futebol do Tricolor, relembrar polêmicas de arbitragem em entrevistas e expressar o desejo de uma partida ‘dentro do que a regra prevê’, Anderson Barros, seu homólogo no Verdão, reagiu veementemente.
Palmeiras critica ‘postura do passado’ e pede serenidade
Em vídeo divulgado pelo clube, Anderson Barros criticou a postura de Rui Costa, classificando-a como uma cobrança que pode pressionar a arbitragem. “Precisamos parar com isso! O futebol não permite mais esse tipo de postura. O Rui Costa precisa entender que o futebol está muito além desse tipo de prática que era feita no passado”, declarou Barros, enfatizando que a arbitragem não é a variável mais importante em uma competição moderna. Ele defendeu a evolução da arbitragem brasileira, um processo complexo que necessita da colaboração de todos os envolvidos: clubes, dirigentes e atletas.
Relembrando polêmicas e pedindo fim de ‘oportunismo’
O dirigente palmeirense, sem citar lances específicos recentes reclamados pelo São Paulo, como pênaltis não marcados ou marcados indevidamente, focou em uma suposta marcação equivocada contra o Palmeiras no último clássico. “Acho que o único erro que se teve foi no pênalti marcado contra o Palmeiras”, afirmou. Barros também criticou o que chamou de ‘oportunismo’ ao focar apenas em resultados recentes, lembrando de um lance de 2022 que teria beneficiado o São Paulo. Ele argumentou que erros acontecem e que o foco deve ser no trabalho e nos atletas.
‘Palmeiras repudia esse tipo de postura’, finaliza diretor
Barros foi além ao considerar a atitude de Rui Costa ‘extremamente oportunista e irresponsável’, especialmente por trazer à tona discussões sobre arbitragem às vésperas de um clássico. Ele citou um erro crasso contra o Flamengo na final da Libertadores de 2022 como exemplo de que erros acontecem e devem ser superados. O diretor do Palmeiras reiterou que a pressão sobre a arbitragem não pode mais ocorrer, defendendo serenidade e equilíbrio para que os profissionais em campo exerçam suas funções. “O Palmeiras repudia com todas as suas forças esse tipo de postura, precisamos acabar com isso”, concluiu.
Fonte: www.espn.com.br
