Calendário apertado: um desafio para jogadores e o espetáculo
O meia Jorginho, do Flamengo, utilizou suas redes sociais para expressar sua preocupação com a intensa carga de jogos no calendário do futebol brasileiro. Segundo o jogador, o número excessivo de partidas disputadas por equipes como o Flamengo – que em 2025, segundo ele, jogou 75 partidas com o time principal – é “absurdo” e insustentável. Jorginho argumenta que a maratona de compromissos prejudica tanto a saúde dos atletas quanto a qualidade do futebol apresentado.
O corpo do jogador como limite
Para Jorginho, a quantidade de jogos imposta aos jogadores é fisicamente impossível de suportar sem consequências. “Não existe um jogador que consiga atuar nesse número de partidas e não se lesionar, é impossível”, afirmou o meia. Ele ressalta a pressão que os atletas sentem para manter um alto nível de performance, mesmo diante do desgaste físico e mental.
A busca por um futebol de maior qualidade
O jogador do Flamengo defende que uma redução no número de jogos por temporada poderia beneficiar o futebol como um todo. “Com certeza, se houvesse menos jogos em uma temporada, o espetáculo seria melhor, a qualidade aumentaria”, concluiu. A declaração de Jorginho levanta um debate necessário sobre a organização do calendário e a necessidade de um equilíbrio entre a quantidade de partidas e o bem-estar dos profissionais do esporte.
Temporada 2025 do Flamengo: um exemplo da intensidade
A temporada de 2025 serviu como um exemplo claro da rotina exaustiva. O Flamengo disputou um total de 75 partidas, envolvendo competições como o Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil, Brasileirão, Libertadores e outras. Apesar da conquista de títulos importantes como o Carioca, a Supercopa, o Brasileirão e a Libertadores, a agenda intensa reforça o ponto levantado por Jorginho sobre o volume de jogos.
Fonte: netfla.com.br
