Ngannou busca liberdade contratual
Francis Ngannou, ex-campeão peso-pesado do UFC e da PFL, detalhou os motivos que o levaram a aceitar o convite para lutar no primeiro evento de MMA da Netflix, promovido em parceria com a MVP. Após experiências consideradas desgastantes em grandes organizações, Ngannou priorizou acordos pontuais para ter maior controle sobre sua carreira, evitando contratos de longa duração que, segundo ele, favorecem mais as promotoras do que os atletas.
Críticas a contratos de longa duração
Em entrevista exclusiva, Ngannou ressaltou que, mesmo com contratos extensos no passado, sentiu falta de controle sobre sua agenda de lutas. Ele citou exemplos de quando, mesmo sob contrato, enfrentou dificuldades para conseguir combates, lutando apenas uma vez ao ano. “Eu queria lutar e não conseguia uma luta. Não era como eu queria”, desabafou o lutador camaronês, que busca agora uma nova dinâmica no mercado.
Acordo pontual com a Netflix
O acordo de Ngannou com a Netflix é para uma única luta contra Philipe Lins. Apesar de torcer pelo sucesso da iniciativa da gigante do streaming no mundo do MMA, o lutador fez questão de não assinar um contrato de múltiplas lutas. Ele vê essa abordagem como uma oportunidade para que mais lutadores tenham opções e não fiquem presos a modelos contratuais restritivos. “Espero que a Netflix continue no jogo, que funcione bem para eles”, comentou.
Evento histórico com grandes nomes
O evento que marca a estreia da Netflix no MMA promete agitar o cenário, com a luta principal feminina entre Ronda Rousey e Gina Carano. Além de Ngannou e Lins, o card contará com outros nomes de peso como Nate Diaz, Mike Perry, Júnior Cigano e Muhammad Mokaev, consolidando a ambição da plataforma em se tornar uma força no esporte.
Fonte: agfight.com
