Barreira Contratual e Falta de Interesse do UFC
A tão esperada superluta entre Jon Jones e Francis Ngannou, um confronto que mexe com a imaginação dos fãs de artes marciais mistas, parece esbarrar em complexidades burocráticas e na falta de interesse de ambas as partes envolvidas. Em declarações recentes, Jon Jones, uma das maiores lendas do esporte, revelou que seu atual contrato com o UFC é o principal impedimento para que o duelo contra o camaronês se concretize. Ele considera a liberação contratual pela organização um cenário altamente improvável no momento.
MVP como Única Esperança e Aposentadoria Próxima?
Jones, que já deteve cinturões em duas categorias de peso no UFC, expressou que a única maneira de essa luta acontecer seria através de uma parceria com a MVP (Most Valuable Promotions). No entanto, essa possibilidade está estritamente ligada ao fim de suas obrigações com a maior organização de lutas do mundo. Além das questões contratuais, o lutador norte-americano indicou que sua situação financeira atual, impulsionada pelo sucesso em empreendimentos fora do octógono, eliminou a necessidade de continuar competindo profissionalmente. “Se as coisas não estivessem indo tão bem, eu teria a pressão de voltar ao octógono, mas a minha vida avança de forma tão positiva profissionalmente que eu realmente não tenho motivo para lutar mais”, afirmou Jones.
Respeito Mútuo, Mas Cenário Desfavorável
Apesar do evidente respeito técnico que Jon Jones demonstra por Francis Ngannou, o atual panorama nos bastidores do MMA não favorece a realização deste espetáculo. A combinação entre as rigorosas amarras contratuais com o UFC e o sucesso empresarial de Jones longe das arenas sugere que o embate dos sonhos pode permanecer apenas no campo teórico, sem a chance de se tornar realidade no futuro próximo.
Fonte: agfight.com
