Oportunidade Inesperada em Momento Ideal
A apenas nove dias da realização do UFC Vegas 118, o lutador brasileiro Alessandro Costa aceitou de última hora o desafio de substituir Imanol Rodriguez para encarar o americano Matt Schnell. Longe de ser uma decisão impulsiva, o peso-mosca (57 kg) revelou que a oportunidade surgiu em um momento perfeito de sua preparação, combinando sua forma física atual com um desejo antigo de enfrentar Schnell.
Camp Ativo e Peso Combinado Facilitam Aceitação
Em entrevista exclusiva, Costa, conhecido como ‘Nono’, explicou que já se encontrava em um ritmo competitivo intenso, auxiliando seus companheiros de equipe em seus próprios camps. Um fator crucial para a rápida assinatura do contrato foi a definição da luta em peso combinado de 59 kg, o que eliminou a necessidade de um corte de peso drástico em um curto período. “Estava treinando com o Diego [Lopes]. A gente também tinha outro companheiro que tinha luta, né? Então eu estava nesse ritmo aí. E a luta não vai ser no peso-mosca. É peso combinado, 59 kg. Então isso vai ajudar também e faz muita diferença […] Estou bem, bom de peso, estava treinando e é uma luta que eu já queria também. Acho que é uma boa oportunidade”, declarou o lutador.
Busca por Estabilidade e Confiança no Treino
O confronto contra Matt Schnell representa para Alessandro Costa a chance de conquistar sua segunda vitória consecutiva no Ultimate, após nocautear Stewart Nicoll em abril. Buscando consolidar sua posição na organização, o brasileiro aposta na manutenção de seu camp ativo para superar o experiente adversário.
Ausência de Diego Lopes no Córner
Apesar da proximidade com seu principal parceiro de treinos e ex-desafiante ao cinturão dos pesos-penas (66 kg), Diego Lopes, Alessandro Costa não contará com sua presença física em seu córner. Lopes está em isolamento total em Oklahoma, focado na reta final de sua preparação para o UFC Casa Branca. “O Diego fez um camp muito bom. No dia seguinte a minha última luta, ele viajou para Oklahoma, já estava treinando forte lá e fez o camp dele todo lá. Ele está lá agora. Ele não vai poder vir para a minha luta, né? Porque tem que estar concentrado. Mas a gente viu como ele treinou, a gente sabe que ele está preparado. Então é o que me deixa mais tranquilo e por essa razão também foi que a gente aceitou a luta”, explicou Costa. Mesmo com a distância, Nono ressaltou a sinergia construída durante os treinos conjuntos como combustível para aceitar o chamado de última hora e a confiança no trabalho realizado.
Fonte: agfight.com
