Evento inédito em 2019 gerou custos elevados e imprevistos climáticos.
Apesar de ter promovido um evento histórico no gramado da Casa Branca em 2019, com todas as lutas terminando por nocaute ou finalização, o presidente do UFC, Dana White, descartou categoricamente a possibilidade de realizar uma segunda edição no local. A declaração foi feita durante a coletiva de imprensa pós-show em um evento recente, onde White foi questionado sobre a viabilidade de repetir a experiência em caso de solicitação do então presidente Donald Trump.
Custos e logística são impeditivos, afirma Dana White.
White foi enfático ao afirmar que a realização de um novo evento na Casa Branca é financeiramente inviável. “Não tenho condições de pagar. Não tem a mínima chance de fazermos isso de novo”, declarou, em tom de brincadeira, mas com firmeza. Embora a amizade com Trump seja conhecida, os altos custos de promoção e a complexidade logística de um evento desse porte parecem ser os principais fatores que levam o dirigente a vetar a ideia.
Imprevisibilidade de eventos ao ar livre pesa na decisão.
Além da questão financeira, Dana White também ressaltou a imprevisibilidade de se realizar eventos ao ar livre. Ele já havia expressado anteriormente seu desagrado com esse tipo de cenário, e o próprio evento na Casa Branca sofreu um atraso de uma hora devido a raios e ventos fortes. Essa incerteza climática, combinada com os custos elevados, solidifica a decisão de não repetir a experiência.
Legado do evento e alternativas futuras.
Apesar dos desafios, o evento na Casa Branca foi um marco para o UFC, atraindo grande audiência e apresentando um card repleto de lutas emocionantes. No entanto, para futuras edições, o UFC provavelmente buscará locais com infraestrutura mais controlada e custos mais acessíveis, garantindo a segurança e a previsibilidade necessárias para a realização de seus espetáculos de MMA.
Fonte: agfight.com
