Abel Ferreira elogia gramado do Allianz Parque e critica campos de Vasco e Novorizontino: ‘Horríveis’

Gramado do Allianz Parque recebe elogios de Abel

O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, exaltou a qualidade do novo gramado sintético do Allianz Parque após a vitória por 1 a 0 sobre o Mirassol neste domingo (26). Em sua primeira coletiva de 2026 no estádio, o português destacou a performance do campo, que, segundo ele, não apresenta buracos e permite que a bola role mesmo sob chuva intensa. “Dar os parabéns ao Palmeiras e à WTorre, temos um gramado top, não há buraco, pode chover dia e noite que a bola rola”, afirmou Abel.

Críticas aos gramados de Vasco e Novorizontino

Em contrapartida, Abel Ferreira teceu duras críticas às condições de gramados de outros clubes, citando especificamente Vasco e Novorizontino. O treinador descreveu os campos como “extremamente pesados” e “horríveis”, contrastando-os com a excelência do Allianz Parque. Essas declarações surgem em meio a um calendário intenso para o Verdão, que disputou oito jogos em 30 dias.

Calendário brasileiro é alvo de reclamações

Além da questão dos gramados, Abel Ferreira reiterou suas críticas ao calendário do futebol brasileiro, classificando a falta de dias de recuperação para os jogadores como “desumano”. Ele comparou a situação a um celular com bateria insuficiente para uma partida inteira, argumentando que a maratona de jogos prejudica o desempenho e aumenta o risco de lesões. “Não ter três dias de recuperação é desumano”, declarou o técnico, ressaltando o esforço da equipe diante das adversidades.

Desigualdade e a influência no desempenho

O comandante alviverde também apontou a desigualdade na preparação entre as equipes como um fator crucial. Ele exemplificou a situação do Palmeiras, que, após uma final e com pouco tempo de recuperação, enfrentou equipes com mais dias de descanso e preparação. “É inacreditável o que fazem com os jogadores brasileiros. Sabe quantos jogos o Mirassol fez nos últimos 30 dias? 3. O Palmeiras fez dois e em campos inacreditáveis”, criticou, enfatizando que a falta de condições iguais impacta diretamente o resultado final das partidas e a qualidade do espetáculo.

Apelo por um calendário mais humano

Abel Ferreira fez um apelo por um calendário mais organizado e humano, inspirado em modelos europeus. Ele expressou sua frustração com a falta de atenção às necessidades dos atletas, mesmo com o futebol brasileiro possuindo jogadores de alto nível. “Se querem bom espetáculo, criem condições. Nosso gramado é top. E recuperar os jogadores? É minha opinião. Não precisa concordar”, finalizou, defendendo a necessidade de igualdade de condições para que o futebol jogado no Brasil possa atingir seu potencial máximo, tanto em intensidade quanto em qualidade.

Fonte: www.espn.com.br

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