Clima esquenta após Dérbi: Corinthians alega agressões a jogadores e tenta acordo, Palmeiras recusa e leva caso à polícia

Clássico termina em zero a zero, mas confusão nos bastidores rouba a cena.

A partida entre Corinthians e Palmeiras, válida pela 11ª rodada do Brasileirão, terminou sem gols, mas o clima esquentou nos corredores do estádio. Relatos de agressões mútuas entre membros das delegações de ambos os clubes surgiram logo após o apito final, gerando um rastro de acusações e notas oficiais.

Corinthians acusa seguranças do Palmeiras de agredirem jogadores alvinegros.

Segundo a versão do Corinthians, os jogadores Breno Bidon e Gabriel Paulista teriam sido agredidos por seguranças do Palmeiras no acesso aos vestiários. A diretoria corintiana buscou uma conciliação para evitar que o caso se estendesse judicialmente, propondo um acordo para que o incidente ficasse restrito ao campo de jogo.

Palmeiras recusa acordo e decide registrar ocorrência policial.

A tentativa de acordo do Corinthians, no entanto, esbarrou na negativa do Palmeiras. A diretoria alviverde recusou a proposta de trégua e optou por seguir com o registro de ocorrência formal, alegando que o atacante Luighi teria sido agredido por um funcionário corintiano. Diante da decisão do rival, o Corinthians também emitiu uma nota oficial informando que seguiria com os procedimentos legais.

Hugo minimiza o incidente e critica nota oficial do Timão.

Em meio à polêmica, o atacante Hugo, do Corinthians, minimizou o ocorrido na zona mista. Para ele, a confusão foi um reflexo da rivalidade e da tensão natural de um clássico. “Eu não estava na hora, estava dando entrevista dentro do campo. Pelo que falaram foi empurra-empurra, imposição sobre imposição. Todo mundo de cabeça quente, todo mundo querendo se impor um para cima do outro. A situação do Corinthians ter soltado a nota foi em resposta ao que o Palmeiras fez. Não houve nada demais, acho que está sendo feito, talvez, uma grande tempestade em um copo d’água”, declarou o jogador. Hugo classificou o incidente como “confusão normal de jogo” e ressaltou que a nota oficial do clube foi uma resposta à atitude do Palmeiras.

Fonte: www.espn.com.br

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