Mudança em vista no departamento de futebol do Flamengo
O Flamengo está em busca de um novo nome para comandar o futebol do clube. José Boto, atual diretor, está em uma posição delicada, e a diretoria rubro-negra já explora o mercado em busca de substitutos. Uma das sugestões que chegou ao presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) foi a de Edu Gaspar, ex-jogador de Arsenal e da seleção brasileira.
Edu Gaspar no radar do Flamengo
A ideia de trazer Edu Gaspar para o Flamengo surgiu através de aliados de Bap, que teriam apresentado o nome do ex-volante ao presidente. Segundo informações, Bap teria gostado da sugestão e, embora a situação ainda esteja em estágio inicial, já iniciou uma sondagem informal. Pessoas ligadas ao empresário Kia Joorabchian, que também trabalham com Edu, foram contatadas para avaliar a intenção do ex-jogador em retornar ao futebol brasileiro. Atualmente no Nottingham Forest, Edu Gaspar não deve permanecer no clube inglês ao final da temporada europeia, o que pode facilitar uma negociação caso o Flamengo avance.
Crise e busca por um dirigente com perfil adequado
A movimentação por um novo nome para o departamento de futebol ocorre em meio a uma crise de bastidores no clube. Bap tem conversado com possíveis substitutos para José Boto, buscando definir um novo rumo para a diretoria. A avaliação é que a comunicação entre a direção e os jogadores do elenco é inexistente, o que precisa ser corrigido. A decisão pela saída de Boto, cada vez mais desgastado, não foi concretizada ainda pela falta de um acordo com um substituto imediato, pois a diretoria não quer deixar o cargo vago em um momento delicado, com a chegada de um novo treinador.
José Boto em xeque e críticas internas
José Boto, dirigente português, já tem conhecimento do risco de perder o emprego. Ele tem adotado uma postura de composição com o presidente e, inclusive, assumiu a responsabilidade pela demissão de Filipe Luís como treinador. No entanto, Boto tem recebido críticas de atletas e funcionários do Flamengo, que apontam vaidade, pouca comunicação e até a exigência de serviços pessoais. Há relatos de que funcionários são obrigados a ir à sua residência para realizar tarefas domésticas. A relação com o elenco também é distante, tendo se agravado após a reunião que discutiu a saída de Filipe Luís, na qual Boto teria destacado o papel dos jogadores. A vaidade do dirigente é um ponto frequentemente ressaltado, com o desejo de aparecer em imagens de divulgação do clube sendo considerado excessivo.
Fonte: www.espn.com.br
