Diretoria prioriza saúde financeira e competitividade em campo
O sonho do Flamengo de ter um estádio próprio no terreno do Gasômetro, no Rio de Janeiro, foi adiado. Segundo informações do S1Live, o presidente Luiz Eduardo Baptista declarou que o atual cenário econômico brasileiro, marcado por altas taxas de juros, torna a construção da nova arena inviável no momento. O custo estimado da obra pode ultrapassar a marca de R$ 3 bilhões, um valor considerado proibitivo pela diretoria.
“Suicídio esportivo” e cautela financeira
Baptista foi enfático ao descrever a situação, afirmando que “fazer um estádio nessas condições é um suicídio esportivo”. A diretoria do clube optou por priorizar a responsabilidade financeira, mantendo as contas em dia e buscando o crescimento das receitas. A pressa para avançar com o projeto do novo estádio foi descartada, com a diretoria sinalizando que o projeto só sairá do papel quando as condições econômicas e estruturais forem mais favoráveis.
Manutenção da competitividade e planos para o futuro
Mesmo com a receita estável, que inclui a bilheteria do Maracanã, o Flamengo busca alternativas para manter a força do seu elenco. O recente aumento nos planos de sócio-torcedor foi justificado pelo presidente como uma medida para combater a inflação e garantir recursos para contratações. A diretoria acredita que a gestão financeira responsável posicionará o clube de forma mais sólida para futuros investimentos, incluindo a tão desejada casa própria, quando o momento econômico for mais propício.
Estádio no Gasômetro em ‘standby’
A construção do estádio no Gasômetro permanece, portanto, em compasso de espera. O projeto será reavaliado em um momento mais oportuno, quando a economia oferecer um ambiente mais seguro e vantajoso para um investimento de tamanha magnitude. O foco atual é em manter a saúde financeira do clube e a competitividade dentro de campo.
Fonte: netfla.com.br
