Italo Ferreira e Carissa Moore Triunfam no New Zealand Pro 2026, Dominando as Ondas de Raglan

Brasileiros Fazem Barulho na Nova Zelândia

A etapa de Raglan, na Nova Zelândia, marcou a estreia do Championship Tour (CT) masculino e feminino no país, e a performance brasileira foi digna de nota. Carissa Moore e Italo Ferreira, ambos campeões olímpicos e mundiais, conquistaram o título do New Zealand Pro 2026. Italo Ferreira superou o australiano Morgan Cibilic na final masculina, enquanto Carissa Moore levou a melhor sobre a norte-americana Sawyer Lindblad na disputa feminina. As ondas de Manu Bay, com séries superiores a 1 metro e condições limpas, proporcionaram um espetáculo à altura do evento.

Italo Ferreira Retoma a Liderança Mundial

Com a vitória em Raglan, Italo Ferreira alcançou seu 11º triunfo no CT e reassumiu a ponta do ranking mundial, garantindo a cobiçada lycra amarela para a próxima etapa. O surfista, que já foi campeão mundial em 2019 e medalhista de ouro olímpico, demonstrou sua força e consistência, repetindo o feito de liderar o ranking como fez na temporada anterior. Sua performance consolida a presença brasileira no topo, com Gabriel Medina em segundo, e Yago Dora e Filipe Toledo entre os dez melhores, além de Miguel e Samuel Pupo, totalizando seis atletas do Brasil na disputa pelas primeiras posições.

Um Panorama de Domínio Brasileiro na Oceania

A temporada de 2026 tem sido marcada por um domínio histórico dos surfistas brasileiros na Oceania. Após passagens por Bells Beach e agora Raglan, o país celebra vitórias, finais com dobradinhas e notas 10, além de emplacar quatro atletas nas primeiras posições do ranking mundial. Esse cenário reflete o talento e a dedicação dos atletas brasileiros, que continuam a elevar o nível do surfe internacional.

O Legado do Surfe Eternizado em Livros e Ondas Gigantes

Paralelamente ao sucesso nas competições, a cultura do surfe segue sendo celebrada. A matéria menciona a possibilidade de Michelle des Bouillons ter surfado a maior onda já registrada por uma mulher em Nazaré, e o lançamento de um livro de Fernando “Fedoca” Lima, que reúne mais de cinquenta anos de sua vida como fotógrafo, capturando momentos icônicos do surfe e da música. Além disso, Michaela Fregonese fez história ao registrar a maior onda surfada por uma mulher no Brasil na Laje da Jagua, em Santa Catarina, durante um swell histórico.

Fonte: www.waves.com.br

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