Drama pré-luta: Dificuldade para se mover e febre alta
Maurício Ruffy, um dos grandes destaques do UFC 325, realizado no último sábado (31) na Austrália, revelou ter enfrentado um drama físico intenso horas antes de sua luta contra Rafael Fiziev. O lutador brasileiro, que conquistou um bônus de performance pela vitória por nocaute, admitiu que acordou no dia do evento sem conseguir se mexer.
“Eu acordei de manhã sem conseguir me mexer literalmente. Tomamos muito remédio, fizemos exercícios, esquentamos o local, massagem, e quase não estava conseguindo andar. Mais uma vez, Deus me capacitou e me possibilitou subir lá em cima e dar um show para a galera”, relatou Ruffy em entrevista ao UFC Brasil. A superação dessas adversidades permitiu que o atleta, que vinha de uma derrota, voltasse a figurar na coluna das vitórias.
Influenza A e a semana de provação
Os desafios de Ruffy não se limitaram ao dia da luta. Alexander Volkanovski, campeão peso-pena e colega de treino de Ruffy durante o camp, revelou que o brasileiro também lutou contra uma forte gripe.
“Ele teve Influenza A no começo da semana, febres loucas. Eu nem achei que ele seria capaz de fazer o corte de peso”, disse Volkanovski na coletiva de imprensa pós-evento. O campeão ainda ressaltou a força mental de Ruffy em superar os obstáculos, tanto a gripe quanto os problemas de locomoção no dia da luta, para entregar uma performance impressionante.
Resposta após a primeira derrota
A vitória de Ruffy no UFC 325 ganha ainda mais relevância diante dos relatos sobre seus problemas de saúde. Após perder sua invencibilidade na organização para Benoit Saint Denis em setembro do ano passado, o lutador vinha sendo questionado sobre seu potencial, sendo comparado anteriormente a figuras como Conor McGregor.
A performance apática em sua primeira derrota contrastou fortemente com a atuação brilhante no último sábado, onde demonstrou resiliência e habilidade para superar não apenas o adversário, mas também seus próprios limites físicos.
Fonte: agfight.com
