Patrício Pitbull relata briga em Miami: ‘Faria tudo de novo’ para defender a família após provocação

Confronto iniciado no café da manhã

O cancelamento da luta principal do Karate Combat, programado para este sábado em Miami, nos Estados Unidos, ganhou contornos mais claros com o relato de Patrício Pitbull. O lutador, irmão de Patricky Pitbull e envolvido na confusão, compartilhou sua versão dos fatos que culminaram no corte sofrido por Patricky e, consequentemente, na impossibilidade do combate contra Shahzaib Rind.

Em entrevista à Ag Fight, Patrício Pitbull detalhou que o conflito teve início durante o café da manhã no hotel. Segundo ele, membros da equipe adversária teriam provocado o grupo brasileiro de forma desrespeitosa. “Eles apareceram jogando água nas nossas esposas e na nossa cara”, relatou o lutador, afirmando ter pedido respeito, mas que as provocações continuaram.

Escalada da confusão e lesão de Patricky

A situação se agravou quando Patricky Pitbull reagiu à provocação. “O Patricky foi atrás deles e já tinha mais gente esperando do lado de fora, inclusive alguns com câmeras gravando”, comentou Patrício, sugerindo que a ação dos rivais poderia ter sido premeditada para gerar um conflito.

A partir desse momento, uma briga generalizada tomou conta do local. “Começou uma briga entre o time deles e o nosso. Nós batemos neles por cerca de dez minutos, mas um deles conseguiu acertar uma cotovelada no Patricky e abriu um corte no olho dele”, explicou Patrício. Essa lesão foi o fator determinante para o cancelamento da luta principal do evento.

Defesa da honra e família

Apesar de reconhecer que episódios de briga em público não condizem com a postura profissional esperada, Patrício Pitbull defendeu a atitude de sua equipe. “Como profissional, não acho certo brigar na rua, mas protegemos nossa família, que foi covardemente atacada, com honra. Pedimos para pararem, mas eles queriam cliques”, declarou.

O lutador reforçou que, diante da mesma situação, agiria da mesma forma. “Você não pode ir até a mesa de um homem, jogar água na cara da esposa dele e sair impune. Qualquer punição que venha por isso, eu faria tudo de novo mil vezes, se fosse necessário”, concluiu, reafirmando a importância da proteção familiar acima de tudo.

Até o momento, a organização do Karate Combat e a comissão atlética não se pronunciaram sobre possíveis sanções aos envolvidos na briga.

Fonte: agfight.com

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